Reportagem em destaque:











COZINHA COMUNITÁRIA: Será que a prefeita Débora Régis mentiu para o povo?

 


A população de Itinga foi surpreendida, recentemente, com a realização de um evento oficial para assinatura de ordem de serviço da reforma da Cozinha Comunitária do bairro. A pergunta que ecoa nas ruas é direta: a obra já não havia começado?

Meses atrás, a prefeita Débora Régis mandou instalar uma placa no local informando que o equipamento passaria por uma reforma de requalificação. Até aí, tudo dentro do protocolo. O problema começa quando a placa não trazia informações básicas de transparência:

  • De onde vieram os recursos?
  • Qual o valor total da obra?
  • Qual a empresa responsável?
  • Quando a obra começou?
  • Qual o prazo de conclusão?

Sem essas respostas, a população ficou no escuro.

“Não se ouve um martelo pregando um prego”

Enquanto isso, moradores relatavam a ausência total de movimentação no espaço. “Não se ouve um martelo pregando um prego”, disse um morador indignado. A Cozinha Comunitária, que atende pessoas em situação de vulnerabilidade, permaneceu fechada, deixando famílias sem saber quando poderiam voltar a contar com o serviço.

O tempo passou. Nenhuma obra visível. Nenhuma explicação pública detalhada.

Então, recentemente, a prefeita realizou um ato formal para dar ordem de serviço da mesma reforma.

A dúvida é inevitável:

👉 Se já havia placa anunciando reforma, por que a ordem de serviço só foi assinada agora?
👉 A obra já tinha começado ou não?
👉 A placa foi colocada antes da formalização legal do contrato?

Falta de transparência ou estratégia política?

Obras públicas exigem transparência. Não se trata de favor, mas de obrigação legal e moral. Quando se anuncia uma reforma sem dados claros e, meses depois, se realiza uma nova solenidade para “autorizar” o início dos trabalhos, abre-se espaço para questionamentos.

Especialistas em gestão pública alertam que a ordem de serviço é o documento que oficialmente autoriza o início da obra. Se ela só foi emitida agora, significa que antes disso não poderia haver execução formal.

Então, por que a placa já anunciava reforma?

Quem paga a conta é o povo

Enquanto a gestão realiza eventos e divulga atos oficiais, a população de Itinga continua aguardando a reabertura de um equipamento essencial para garantir alimentação a quem mais precisa.

Não se trata apenas de uma placa ou de um ato administrativo. Trata-se de responsabilidade com recursos públicos e respeito com a comunidade.

A pergunta continua no ar:
A prefeita Débora Régis antecipou uma informação ou induziu a população ao erro?

O povo merece respostas claras — e rápidas.

Comentários

widget

Vídeo exclusivo em destaque




Curta a nossa página