Vereador Juca, presidente da Câmara de Lauro de Freitas, é preso por agredir mulher em bar na Pituba
O vereador de Lauro de Freitas, João Raimundo Damacena dos Santos, conhecido como "Juca", foi preso na tarde desta sexta-feira (26)
O vereador de Lauro de Freitas, João Raimundo Damacena dos Santos, conhecido como "Juca", foi preso na tarde desta sexta-feira (26), após agredir a namorada em um bar, no bairro da Pituba, em Salvador.
Segundo informações da Polícia Militar, o vereador teria esganado a companheira, uma advogada, após o fim do relacionamento. O caso aconteceu dentro de um bar localizado no bairro da Pituba, em Salvador.
Ainda conforme a polícia, a mulher seria apontada como amante do edil. Durante a confusão, um juiz que estava no local teria presenciado a situação e acionado a PM.
Vereador de Lauro de Freitas foi levado para delegacia
Momentos depois, os policiais chegaram ao estabelecimento e conduziram o vereador até a viatura da PM. Em seguida, ele foi levado para a Casa da Mulher Brasileira.
Juca foi candidato a vereador de Lauro De Freitas pelo PSDB nas Eleições 2024, aos 55 anos. Nascido em Salvador, ele é advogado com ensino superior completo.
Naquele processo eleitoral, Juca se apresentou ao TSE como "casado".

Momentos depois, os policiais chegaram ao estabelecimento e conduziram o vereador até a viatura da PM. Em seguida, ele foi levado para a Casa da Mulher Brasileira.
A reportagem do Aratu On entrou em contato com a assessoria do vereador Juca e com a Câmara Municipal de Lauro de Freitas, mas ainda não obteve posicionamento.
O HISTÓRICO DE AGRESSÃO
Juca foi acusado de agredir um jornalista da cidade de Lauro de Freitas. O caso tramita na Justiça e, segundo informações do processo, o Ministério Público entendeu que os fatos narrados apresentavam maior gravidade, razão pela qual o caso foi encaminhado para a esfera criminal.
De acordo com o boletim de ocorrência, Juca teria ido até a residência da suposta vítima acompanhado de outras duas pessoas. Ainda conforme o registro policial, ele teria ameaçado o comunicador de morte. Quando o jornalista tentou gravar a situação com o celular, os dois acompanhantes de Juca teriam imobilizado a suposta vítima, enquanto o aparelho teria sido tomado à força. Em seguida, os três teriam entrado em um veículo e deixado o local levando o celular.
Após o episódio, Juca teria ingressado com uma ação judicial contra a suposta vítima. No entanto, a ação foi julgada improcedente em primeira instância, e ele recorre da decisão.
O vereador também costuma se identificar como policial.

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